Se alguém me lê, é por conta própria e auto-risco..

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Rotatividade afetiva




Acho tão estranho os relacionamentos que chegam ao fim... qualquer tipo de relacionamento... sei lá, ando pensando muito nisso... a gente se adapta com as gentes que nos cercam, e de repente essas gentes entram em rodízio, e todo dia se revezam.. acontece que não temos que nos adaptar só com outra pessoa, isso seria fácil, temos que nos adaptar com outras manias, outras individualidades, e o mais difícil, esquecer as anteriores, ou ao menos aprender a viver sem elas. Como se fosse reciclável o sentimento. Hoje os amigos com quem convivo não serão os mesmos que conviverei daqui a 1 ano, talvez um ou outro permaneçam, mas a rotatividade dos círculos de convivência é altamente dinâmica. Sei lá, acho que sou meio comodista quando se trata de esquecer as pessoas... porque pensando assim parece tão frívolo, tão simplicista qualquer relacionamento. E no caso de términos de namoros, também terminamos com os pais, os amigos, os irmãos do ex-affair. Além da obrigação (idiota, diga-se de passagem) de podar todo e qualquer tipo de contato, sob pena de ser julgado em rodinhas de conversas... Ahhhh seria tão mais fácil se as pessoas se mantivessem em seus respectivos lugares, claro que a rotina afasta as pessoas, mas o carinho permanece... será que sou tão diferente assim só porque continuo tendo afeto pelas pessoas mesmo distante?

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